O que é o Ensaio de Flamabilidade em Polímeros?

O Ensaio de Flamabilidade é o principal teste utilizado para analisar o comportamento de um material polimérico exposto ao fogo.

O ensaio de flamabilidade é extremamente importante na análise de materiais poliméricos. É baseado no contato ou aproximação de uma amostra de material polimérico à uma chama ou painel radiante, permitindo assim a análise de seu comportamento

Dependendo da finalidade do produto polimérico, a realização dessa análise é fundamental e seu resultado é determinante para a prevenção de acidentes causados por incêndios. Isso se deve pelo fato que cada polímero reage de uma forma diferente quando é exposto à chama ou ao calor, podendo se incendiar, propagar a chama em velocidades diferentes, bem como extingui-la totalmente ao término do contato.

Para que realizar o ensaio de flamabilidade?

O principal objetivo do ensaio de flamabilidade é avaliar se um determinado material polimérico terá o comportamento requerido quando, durante sua aplicação, for exposto ao contato com uma chama ou fonte de calor intenso., bem como as determinações da legislação e dos órgãos regulamentadores de cada produto.

Prever o comportamento de um polímero exposto ao fogo ou ao calor é extremamente importante e crucial para algumas aplicações, principalmente quando se trata de segurança. Alguns materiais utilizados no isolamento elétrico, por exemplo, devem preencher o requisito de elevada resistência à chama para garantir que não causará ou propagará um incêndio em caso de um possível aquecimento gerado por uma sobrecarga elétrica. Outro exemplo são materiais utilizados em revestimentos internos de veículos, os quais também utilizam este ensaio como uma análise como garantia de segurança.

ensaio de flamabilidade

Quais propriedades podem ser medidas?

Uma das características que podem ser verificadas no Ensaio de Flamabilidade é a capacidade autoextinção. Um polímero pode ser classificado, seguindo os critérios de normas técnicas como a UL94, como autoextinguível quando existe a aplicação de uma chama por um tempo determinado, e após a remoção da fonte de ignição a chama no polímero se extingue de forma espontânea. Caso contrário, a propagação da chama é acompanhada de forma controlada podendo fornecer informações importantes como velocidade de propagação da chama, tendência a espalhar o incêndio por gotejamento de frações de plástico fundido em chamas e geração e densidade da fumaça.

Nós já publicamos um texto falando sobre polímeros auto extinguíveis.
Clique aqui e confira agora: https://afinkopolimeros.com.br/polimero-auto-extinguivel/

Normas e Legislação

Diversos órgãos nacionais e internacionais fornecem normas para ensaios que determinam os parâmetros e etapas do Ensaio de Flamabilidade, como a ISO 3795 e a ASTM D635, utilizadas para determinar a taxa de queima das amostras, e a UL94 , que além da taxa de queima, permite a classificação do polímero em algumas categorias, de acordo com os padrões de realização do ensaio. (5VA, 5VB, V-0, V-1, V-2 e HB).

No Brasil, a Resolução 498 do CONTRAN é a responsável por regulamentar a obrigação, bem como as condições, da realização desse ensaio para materiais que irão compor o revestimento interno de veículos, nacionais e importados, a fim de garantir fatores de segurança para este produto. No caso dessa Resolução, a taxa de queima horizontal, deve ser inferior a 100mm por minuto para que o material seja adequado para esta aplicação.

 

A Afinko Soluções em Polímeros realiza o Ensaio de Flamabilidade. Caso tenha interesse em realiza-lo entre em contato através do e-mail: contato@afinkopolimeros.com.br

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Nós recomendamos para leitura:

Resolução 498 do CONTRAN;

Norma UL94;

 

Termoplásticos vs Termofixos: Entenda as 3 principais diferenças!

Popularmente existe o hábito de nomear de “plástico” todos os materiais compostos por polímeros. Porém nem todos os polímeros podem ser chamados assim. Entenda a diferença entre  termoplásticos e termofixos.

A classificação de materiais poliméricos entre Termoplásticos e Termofixos é uma das mais comuns na ciência dos polímeros. Essa divisão aparentemente simples, nos diz muito sobre a estrutura molecular do material em questão e sobre o seu comportamento térmico. Além disso, o que torna um material polimérico reciclável está diretamente relacionado com essas duas definições.

Qual a principal diferença entre termoplásticos e termofixos?

1. A estrutura química

Em relação a estrutura química, os polímeros classificados como termoplásticos são aqueles que contém em sua estrutura apenas ligações secundárias fracas, unindo as cadeias poliméricas umas com as outras. Um exemplo desse tipo de ligações que ocorrem nessas estruturas são as Forças de Van der Waals.

Antes de continuar lendo, acesse o link e faça já o download do e-book gratuito sobre Identificação de plásticos e borrachas:https://afinkopolimeros.com.br/e-book-identificacao-de-materiais/

Já os polímeros classificados como termofixos, por outro lado, contém ligações primárias fortes entre suas cadeias. Dessa forma, entre suas cadeias há ligações com a mesma intensidade de força presente nas cadeias principais. Porém no caso das cadeias principais, essas ligações são responsáveis por unir os meros e no caso das ligações secundárias, as mesmas tem a função de unir as cadeias entre si.

2. O comportamento térmico

Por conta da diferença entre as duas estruturas apresentadas acima, os polímeros termoplásticos no estado sólido, ao serem aquecidos a uma temperatura suficiente alta para vencer a energia dessas ligações, são capazes de se tornar líquidos viscosos, possibilitando a moldagem de uma gama enorme de peças e produtos com formatos variados. Ao serem resfriados novamente, as ligações secundárias se formam quando um certo nível de energia é atingido entre as cadeias e os termoplásticos voltam a ser sólidos. Esse processo de aquecer, moldar e resfriar pode ser repetido infinitas vezes.

Já no caso dos polímeros conhecidos como termofixos, cuja a estrutura também já foi detalhada acima, não são capazes de serem conformados novamente a partir de um novo aquecimento. Isso ocorre porque após serem moldados pela primeira vez no formato de um produto, não podem ser conformados novamente a partir de um novo aquecimento, pois os mesmos contem com ligações primárias fortes entre suas cadeias, impossibilitando tal processo.

Dessa forma, um novo aumento da temperatura é responsável por gerar a  quebra de todas as ligações primárias presentes, e isso é válido tanto para as que são responsáveis por ligar as cadeias entre si (intermoleculares) quanto as que tem como finalidade ligar os meros para formar as cadeias (intermoleculares). porém tais ligações primárias não se formam novamente, tornando impossível uma remodelagem nesse tipo de material.

Você sabe o que é um polímero?
Confira em: https://afinkopolimeros.com.br/o-que-sao-polimeros/

 

Imagem de termoplasticos e termofixos

Imagem: diferente tipos de polímeros.

3. A reciclagem

Dentre os polímeros comerciais mais utilizados no mundo, a grande maioria pode ser submetida ao processo de reciclagem tradicional, onde ocorrerá um novo aquecimento a fim de possibilitar o processamento e moldagem desses materiais. Logo, de acordo com as definições e diferenças entre termoplástico e termofixos, podemos concluir que apenas os polímeros termoplásticos podem passar pelo processo tradicional de reciclagem. Já os polímeros termofixos não podem ser reciclados por processos tradicionais pois um novo aquecimento ocasionaria apenas a degradação do material não possibilitando sua remodelagem.

Com isso, uma alternativa sustentável e economicamente viável para produtos de polímeros termofixos é o reuso, através da incorporação dos mesmos a outros materiais, já que um reprocessamento através da reciclagem tradicional é um processo inviável para essa classe de materiais poliméricos.

 

A Afinko Soluções em Polímeros realiza diversos ensaios destinados a polímeros termoplástico e termofixos. Caso tenha interesse entre em contato conosco através do e-mail: contato@afinkopolímeros.com.br ou pelo telefone: (16) 3307-8362.

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PVC e ftalatos podem se tornar prejudicial à saúde. Entenda a relação!

O PVC pode se tornar prejudicial à saúde quando plastificantes do tipo ftalatos são utilizados na composição do produto.

O PVC (policloreto de vinila) é o segundo polímero comercial mais consumido em todo mundo. As resinas desse material estão presentes em aplicações de diversos segmentos domésticos e industriais. Ele pode ser encontrado na construção civil, onde é mais popular, mas está presente também em diversas outras áreas, como o setor de embalagens, agrícola e calçadista.

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O maior diferencial desse polímero em relação aos demais termoplásticos é a sua versatilidade em relação a diversas propriedades que podem ser alcançada. Essa atribuição vem da capacidade das resinas de PVC poderem ser incorporadas a uma larga gama de aditivos que, por sua vez, são responsáveis por atribuir diferentes propriedades, de acordo com a estrutura química desses componentes, bem como o teor adicionado ao polímero puro. Dessa forma torna-se possível a produção de produtos para vários setores industriais, atendendo diversas propriedades de aplicação.

 

Tubos PVC

Exemplos de produto feito de PVC.

Qual a relação entre PVC e plastificante?

Entre os principais aditivos que são incorporados às resinas de PVC, responsáveis pela grande gama de propriedades que podemos alcançar com esse polímero (estabilizantes, cargas e lubrificantes), os plastificantes tem um papel muito importante na comercialização desse termoplástico, afinal é o aditivo que pode levar o PVC de uma resina rígida até um material com alto grau de flexibilidade.

Nós já escrevemos um texto sobre plastificantes, acesse o texto no blog através do link: https://afinkopolimeros.com.br/plastificante-a-magica-da-industria/

Entre uma grande variedade de plastificantes incorporados às resinas de PVC na indústria, o ftalatos são conhecidos por serem os plastificantes mais utilizados para esse tipo de polímero. Esses produtos são compostos orgânicos conhecidos por terem uma baixa massa molecular, que quando aplicado em altos teores são capazes de tornar produtos produzidos com PVC extremamente flexíveis, o que é muito importante para algumas aplicações que necessitam desse tipo de propriedade.

Mas qual a relação disso com a saúde?

Uma questão muito importante em relação ao uso de ftalatos incorporados a materiais é que esse tipo de composto orgânico é conhecido por ser responsável por causar diversos problemas de saúde. Esses problemas podem ocorrer quando esses materiais se desprendem da estrutura e são liberados no ar, podendo ser ingeridos ou inalados. Já foi comprovado a influência desse componente em quadros de saúde que envolvem problemas no fígado, rins, bem como problemas no pulmão e até mesmo câncer.

Portanto, a identificação desses compostos em produtos compostos por resina de PVC tornou-se de extrema importância ao se tratar de saúde. De acordo com isso, em 2007 o Inmetro publicou a portaria 369. Este documento específica o teor aceitável de alguns ftalatos (0,1% em relação à massa do produto) quando estes serão aplicados a brinquedos destinados a criança com menos de 3 anos. Desta forma, fica garantido que crianças não tenham contato com a substância que pode causar danos diversos à saúde.

Qual tipo de ensaio é capaz de determinar o teor de ftalatos?

Para se determinar o teor de ftalatos em produtos desenvolvidos com resina de PVC pode-se utilizar o ensaio de Cromatografia Gasosa com Espectrofotômetro de Massas (GC-MS). Essa técnica é responsável por separar compostos químicos através de uma coluna de gás e identificá-los eletronicamente.

Aqui no nosso blog há uma matéria sobre o ensaio de cromatografia.
Acesse agora e saiba mais: https://afinkopolimeros.com.br/3-tecnicas-de-cromatografia-mais-usadas/

A Afinko Soluções em Polímeros realiza o ensaio de cromatografia fase gasosa. Caso tenha interesse em realizar o ensaio, entre em contato conosco através do e-mail: contato@afinkopolímeros.com.br ou pelo telefone: (16) 3307-8362.

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ISO 17025: A importância dessa norma para um laboratório

ISO/IEC 17025 garante a qualidade e a confiabilidade da análise e do laboratório

 

Por que a norma ISO/IEC 17025 é fundamental?

A ISO/IEC 17025 é uma norma exclusiva para laboratórios de ensaios e calibração. Tem como objetivo promover a confiança na operação dos laboratórios, identificando aqueles que oferecem a máxima confiança em seus serviços.

Essa norma atesta que o laboratório executa suas atividades com precisão e obtém resultados de alta qualidade e confiabilidade. Estabelece critérios que demonstram a competência técnica, a execução efetiva de um sistema de gestão. Esses critérios garantem a produção de resultados tecnicamente válidos.

Assim, independente de qual parte do mundo, os laboratórios que estiverem acreditados por esta norma obterão resultados confiáveis e terão um sistema de gestão eficaz. Isso porque, antes de uma empresa ser acreditada de acordo com a ISO/IEC 17025, ela passa por avaliações. Esta análise criteriosa por parte dos avaliadores garante o padrão internacional dos laboratórios, de forma que os resultados dos ensaios serão aceitos em outros países, visto que a Cgcre – Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro segue diretrizes equivalentes a organismos internacionais.

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A versão 2017 da norma age em consonância com os princípios da ISO 9001 nos requisitos relacionados ao sistema de gestão. Os demais requisitos estão relacionados à estrutura e competência do laboratório, simplificando seus processos e focando nos resultados. Além disso, traz uma atenção especial para a confidencialidade, a imparcialidade e para a mentalidade de riscos. Traz também uma maior flexibilidade nos requisitos para processos, procedimentos, documentos e responsabilidades organizacionais. Mudanças essas que têm o objetivo de aumentar a eficácia do sistema, alcançar melhores resultados e prevenir efeitos negativos.

A Afinko oferece treinamento para Interpretação da norma ISO/IEC 17025. Inscreva-se: https://afinkopolimeros.com.br/treinamentos-e-cursos/norma-iso-iec-17025/

Laboratório Ensaios Reológicos

E o que o cliente ganha?

O cliente, ao contratar um laboratório acreditado, tem a certeza da confiabilidade do resultado que será obtido. Pois a norma garante que o ambiente de trabalho do laboratório é organizado e os equipamentos são calibrados regularmente. As amostras fazem parte de um processo de identificação, rastreabilidade e armazenamento, e os ensaios são realizados em ambientes com condições controladas e com segurança.

Tem também a certeza de que a equipe é devidamente treinada e competente para realizar o serviço. Além do gerenciamento de um sistema de gestão da qualidade que busca constantemente eliminar seus riscos, melhorar seus processos e aproveitar as oportunidades.

A Afinko oferece consultoria na implantação da norma ISO/IEC 17025. Entre em contato conosco: contato@afinkopolimeros.com.br

A Afinko Polímeros é um laboratório acreditado pela Coordenação Geral de Acreditação do Inmetro (Cgcre), de acordo com a norma ISO/IEC 17025. Temos o reconhecimento formal e internacional de competência técnica das organizações que realizam avaliação da conformidade. Consulte nosso escopo: http://www.inmetro.gov.br/laboratorios/rble/docs/CRL1360.pdf

 

Solicite um orçamento de um de nossos serviços: https://afinkopolimeros.com.br/servicos/

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ISO 9001: uma decisão estratégica e importante

A norma ISO 9001 foi atualizada em 2015. Confira aqui a sua importância e o que foi atualizado.

“A adoção de um sistema de gestão da qualidade é uma decisão estratégica para uma organização que pode ajudar a melhorar seu desempenho global e a prover uma base sólida para iniciativas de desenvolvimento sustentável.” (Norma ABNT NBR ISO 9001:2015).

Uma decisão estratégica

É dessa forma que a versão 2015 da norma ISO 9001 inicia sua introdução. Durante muito tempo e para algumas empresas, a implantação de um sistema de gestão da qualidade parecia algo complexo e dissociado do dia a dia da organização, criando documentos e atividades para tornar a rotina um tanto pesada e burocrática. Mas não é isso que está representado nesse breve parágrafo da introdução. Seria mesmo uma decisão estratégica?

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Sim, a implementação e manutenção de um sistema de gestão qualidade deve, ou deveria, ser uma decisão estratégica, tendo como foco os principais benefícios que o sistema pode trazer para a organização como: oferecer produtos e serviços que atendam as necessidades e superam as expectativas de seus clientes;  gerenciar os processos e suas interações de forma eficaz e eficiente; minimizar os riscos e criar oportunidades com o objetivo de aumentar, continuamente, a satisfação de seus clientes. Se o sistema de gestão da qualidade de uma empresa não estiver alinhado com tais benefícios, provavelmente existe uma falha de entendimento em relação aos requisitos da norma.

A Afinko presta consultoria na implementação da ISO 9001 em empresas. Caso tenha interesse, entre em contato conosco: contato@afinkopolimeros.com.br

Ciclo PDCA - Exemplo de ferramenta para gestão de processos

Figura: Ciclo PDCA – Exemplo de ferramenta para gestão de processos

Muito mais do que compreender a norma ISO 9001

Além da compreensão da norma, outros fatores determinam o sucesso do sistema da qualidade. Dentre elas: a interação entre as áreas, o envolvimento de toda equipe e comprometimento dos líderes.

A norma está melhor estruturada para manter sua importância no mundo dos negócios e continuar oferecendo para as empresas orientação para desempenho de seus processos e  melhoria de seus resultados. E o período de transição está terminandoSetembro é o prazo final para atualização do sistema de gestão da qualidade de acordo com a nova versão da norma!

 

E você? Já atualizou o sistema de gestão da qualidade na sua empresa?

Nós oferecemos um treinamento para Interpretação da Norma ISO 9001:2015. Inscreva-se no link: https://afinkopolimeros.com.br/treinamentos-e-cursos/norma-iso-9001/

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Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS): Entenda agora!

Foi assinado o termo que regulamenta que a indústria recicle sua própria embalagem e diminua os resíduos.

A Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS) é uma lei de número 12.305/10 que propõe a prática de hábitos de consumo sustentável. Ela procura organizar a forma como o lixo é tratado, exigindo dos setores públicos e privados transparência no gerenciamento de seus resíduos. Contém vários incentivos à reciclagem e à reutilização dos resíduos sólidos, bem como a destinação adequada dos dejetos.

Assim, no dia 23 de Maio de 2018, foi assinado este termo, determinando que as indústria fabricantes reaproveite sua embalagem, reciclando ou reaproveitando o material. O objetivo é a diminuição de resíduos em aterros. Consequentemente, isso gerará renda aos trabalhadores que separam material reciclável e para a própria indústria, que gastará menos matéria-prima. Para se ter uma ideia, tem-se como meta para os produtores de embalagens recolher 22% do material produzido.

Entenda agora o porquê a reciclagem é tão importante: https://afinkopolimeros.com.br/importancia-da-reciclagem/

O projeto se concentra na região metropolitana da cidade de São Paulo, mas pode ser ampliado para todo o estado. As empresas e indústrias precisarão comprovar a compra do resíduo do material que elas produziram. “As empresas que não se adequarem e que não cumprirem as metas não terão sua licença de operação renovada. A ideia é condicionar e chamar às empesas a sua responsabilidade ambiental e social e garantir que nós diminuamos a quantidade de lixo produzido que a sociedade não suportar”, disse Geraldo Amaral Filho, diretor de controle e licenciamento ambiental da Cetesb.

Logística Reversa

Figura: Logística Reversa

Agora os resíduos são responsabilidade de todos

Anterior a esta lei, quando um consumidor descartava um produto em local inadequado, ninguém conseguia responsabilizá-lo. Entretanto, com a PNRS, essa responsabilidade será compartilhada entre todos que participam da cadeia deste produto. Faz parte desta cadeia a extração da matéria-prima, a produção, o consumo e o descarte final.

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O setor privado deve viabilizar a logística reversa, especialmente de produtos tóxicos ao ambiente como agrotóxicos, pilhas e baterias pneus. Concomitantemente, a lei determina para outros produtos: embalagens plásticas, metálicas ou de vidro, considerando o grau e a extensão do impacto à saúde pública e ao meio ambiente dos resíduos gerados. Assim, as empresas deverão se atentar ao destino que o usuário final deu ao seu produto e oferecer opções para reaproveitá-lo em sua cadeia produtiva ou descartar corretamente. Por sua vez, o consumidor deverá devolver estes produtos às empresas, no qual estas podem propor termos de compromisso com o poder público para viabilizar essas medidas.

Para mais informações sobre esta lei, acesse: http://www.mma.gov.br/política-de-resíduos-sólidos

 

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Sacolas Plásticas: Polêmica em todo o mundo

Na França o uso de sacolas plásticas está proibido desde 2017 no comércio varejista e no setor de frutas e verduras.

Mapa com países que proibiram sacolas plásticas

Legislação sobre sacolas plásticas em todo o mundo

O mapa mostra que a França não está sozinha. Vários países optaram pelo banimento ou pela taxação das sacolas plásticas. O Reino Unido, por exemplo, adota a taxa de 5 pence (R$0,25) por sacola plástica desde 2015. Somado a estes países, a Alemanha também passou a cobrar pelas sacolas plásticas em 2016.

Mas a França tem um plano ambiental ainda mais ousado: proibir o uso de pratos, copos e utensílios de plástico até 2020. Seus substitutos devão ser feitos de materiais de origem biológica e compostáveis. A corrida ambiental contra o “plástico” desperta uma discussão sobre como utilizamos os polímeros atualmente. Também levanta pauta sobre as perspectivas para um futuro de diminuição deste consumo.

No entanto, esta decisão na prática implica em uma série de dificuldades, nas quais a engenharia de materiais pode ter um papel decisivo. Diferentes rotas podem chegar a soluções para o problema do lixo plástico.

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Uma solução está no uso de polímeros biodegradáveis. Estes são degradados pela natureza em tempos significativamente menores que os polímeros convencionais. Porém, estes polímeros sofrem por apresentar elevado custo de produção, com propriedades semelhantes aos polímeros convencionais. Seria esta a oportunidade de aumentar sua demanda para reduzir seus custos? Outra alternativa está no desenvolvimento de biocompósitos, que podem empregar diferentes matrizes e diferentes produtos e subprodutos da produção agrícola. Ainda há também a reciclagem, uma boa solução para a redução do descarte.

Os polímeros são realmente os grandes vilões?

Mas, e sobre as sacolas plásticas, os polímeros são realmente os grandes vilões? Aparentemente não. Alguns candidatos a substitutos óbvios também têm seus problemas. A produção de sacos de papel descartáveis utiliza quatro vezes mais energia na sua produção. Além disso gera 50 vezes mais poluição aquática e 70% a mais de poluição do ar. Sacolas duráveis de pano também possuem uma grande carga de dano ambiental, pelo massivo consumo de água, pesticidas e energia em sua produção.

As sacolas reutilizáveis de plástico, no entanto, apesar de sua origem fóssil podem ser uma boa alternativa. Estas, em cerca de três usos, se tornam mais amigáveis ao ambiente que sacolas descartáveis de polietileno. E ainda, podem ser produzidas a partir da reciclagem do PET (polietileno tereftalato), dando um novo destino a outro produto também conhecido como vilão ambiental: as garrafas.

 

No Brasil, apenas há cobrança na cidade de São Paulo. Em algumas outras cidades, há a proibição e obrigatoriedade de se oferecer alguma alternativa.

 

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